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De Moçambique a Armação: Aurora recorda a vida com amor e afeto

De Moçambique a Armação: Aurora recorda a vida com amor e afeto

20-OUT-2025

Por entre risos, recordações e histórias que atravessam quase nove décadas, Aurora fala com a serenidade de quem muito viveu.Aos 87 anos, é uma das presenças mais queridas do Polo de Educação ao Longo da Vida de Armação de Pêra — e a sua trajetória é também a história de um Algarve que mudou, mas que continua a pulsar nas memórias de quem o construiu.Natural de Porches, no concelho de Lagoa, Aurora cresceu numa quinta grande e rica, que pertencia à madrinha do seu pai. Viveu em ambiente simples, marcado pelo afeto e pelo trabalho, entre os seus irmãos. No total eram quatro.«Fui criada sempre com muito amor. Os meus pais eram pessoas muito boas. O meu pai escapou à Segunda Guerra por ser casado e sempre lutou para nos dar tudo o que podia», recorda com emoção.Antigamente, tinha-se filhos cedo. Quando Aurora nasceu, a mãe tinha 20 anos e o pai, 22. Descobria-se ‘de surpresa’ a gravidez — era pela barriga que se percebia.«Se fizesse uma barriga empinada, parece que era um rapaz. Era conforme o corpo da pessoa», recorda-se Aurora.Filha mais velha, aprendeu cedo o valor da responsabilidade e da partilha.«Naquele tempo havia respeito, união e necessidade. As pessoas ajudavam-se umas às outras», diz, com um sorriso nostálgico.Aurora casou-se com 22 anos e acompanhou o marido, funcionário do Banco Nacional Ultramarino (a atual Caixa Geral de Depósitos), até Vale Peri, em Moçambique.«Casámos a 16 de Outubro e ele embarcou logo a seguir. Foi tudo muito rápido. Depois fui eu, grávida, no barco Império. A viagem durou quase um mês», relembra.Enquanto estava grávida, diziam-lhe que era um menino que ia ter.«Nunca diziam que era menina», recorda-se, «o masculino estava sempre à frente».Em África, viveu 13 anos. A filha nasceu lá, em plena época colonial, e foi lá também que Aurora testemunhou o 25 de Abril de 1974.«Passei lá o 25 de Abril. Foi lindo, faço anos nesse dia. Fomos ao cinema e só mais tarde percebemos o que estava a acontecer em Portugal. Foi um dia que nunca esqueci», disse Aurora.As recordações dessa fase misturam o encanto da descoberta com a dureza dos tempos.«Era tudo diferente. A guerra ainda se sentia, mas as pessoas eram muito humildes e de coração bom», conta.Antes de voltar a Portugal, passou por Inhambane, em Moçambique, uma terra antiga marcada pela estátua de Vasco da Gama — destruída durante a guerra — e pela bondade das suas gentes. Além disso, era um sítio de pessoas humildes e de coração bom.O marido, sempre dedicado, enfrentou problemas de saúde — mas Aurora nunca perdeu a coragem.Depois de tantas mudanças, Aurora encontrou finalmente a estabilidade que procurava«Ele foi sempre um bom marido, muito respeitador. Eu nunca trabalhei fora, mas fazia tudo em casa. Foi uma vida de muito amor e companheirismo», revela.Depois da independência de Moçambique, Aurora e a família regressaram a Portugal. Fixaram-se primeiro em Albufeira, onde o marido continuou a trabalhar no banco, e mais tarde em Armação de Pêra, lugar que acabaria por se tornar o seu lar.«Quando viemos, não havia casas nenhumas. Um dia disseram-me que havia uma aqui, e fiquei. Foi das melhores decisões que tomei», revela com um sorriso.Em Armação de Pêra, Aurora encontrou o espaço que hoje chama de segunda casa, há 25 anos: o Polo de Educação ao Longo da Vida. Chegou ao grupo através das aulas de ginástica e rapidamente passou a fazer parte da comunidade.«Foi a coisa mais bonita que podiam ter criado. Há convívio, amizade e alegria. A gente sente-se viva, mesmo com a idade que tem», afirma, orgulhosa.Viúva há sete anos, Aurora mantém a rotina com energia e bom humor. Vive acompanhada pela filha e fala com orgulho do neto e da bisneta, que a visitam sempre que podem.«Tenho 87 anos e continuo a agradecer a Deus por tudo. A vida ensinou-me a ser forte. Já perdi pessoas muito queridas, mas guardo-as no coração», disse com um sorriso.Ao recordar o passado, a voz de Aurora mistura nostalgia e serenidade.Recorda-se, ainda, uma altura em que a mãe fazia os fatos de banho em turco.«Eram com uma rodazinha, as cuecas iguais, com elástico nas pernas e na cintura. Era todo tapadinho, com alças».Foi em África que vestiu o seu primeiro fato de banho.«Considero que vivi uma vida boa, dentro do possível. Fui feliz na casa dos meus pais, no casamento, no trabalho. Tenho orgulho disso», revelou.No Polo, é exemplo de vitalidade e inspiração. Entre as atividades, as conversas e as gargalhadas partilhadas, Aurora mostra que a idade não é obstáculo para quem guarda dentro de si a vontade de continuar a aprender — e a viver com gratidão. Cátia Rodrigues

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Maria da Luz: um símbolo de trabalho, força e fé

Maria da Luz: um símbolo de trabalho, força e fé

13-OUT-2025

Aos 70 anos, Maria da Luz, natural de Santa Clara-a-Velha, perto de Sabóia, é uma das vozes que contam a história de gerações de trabalhadores que fizeram do Mercado Municipal um espaço central na vida da comunidade.A sua trajetória é marcada pelo trabalho árduo, pela dedicação à família e por uma memória viva das transformações sociais e económicas da região. É um ícone de Armação de Pêra.Maria da Luz deixou a terra natal com apenas 17 anos, rumo a Armação de Pêra. Rapidamente começou a trabalhar na Miramar, um restaurante de referência em Armação de Pêra, situado ao lado da Fortaleza, que descreve com carinho:«Eu também fui muito feliz aí. (...) Trabalhava das sete da manhã até às duas da noite, mas era um tempo bom, cheio de amizade com as colegas. Se pudesse voltar atrás, voltava», afirma Maria da Luz com um sorriso.O restaurante encerrou após três de trabalho, mas as recordações permanecem como um dos capítulos mais felizes da sua vida profissional.Depois do casamento e do nascimento dos filhos, Maria da Luz dedicou anos à vida familiar. Mais tarde, encontrou no mercado municipal uma nova casa:«Inscrevi-me e vim. Primeiro trabalhei na Praça Velha, vendia na rua. Carregava e descarregava. Depois comprei o meu primeiro carro de carreira e fui ficando até hoje», recorda-se.A sua rotina começou a ser das seis da manhã até à uma da tarde sem férias, para dar o melhor de si ao público Armacenense e quem visitava o Mercado Municipal.Durante décadas, assistiu às mudanças do comércio local, desde os tempos em que “havia muita gente e muitos produtos” até à atualidade, em que a concorrência dos supermercados e centros comerciais esvaziou parte da tradição.Casou-se com 20 anos e logo a seguir teve o privilégio de receber o seu primeiro filho, e aos 26, o seu segundo.Apesar das dificuldades e perdas pessoais — o falecimento do marido há sete anos e de familiares próximos pouco tempo depois — Maria da Luz manteve-se firme:«É uma dor que fica, mas vai acalmando. Acho que é Deus que me ajuda a ter força. Vou buscar motivação todos os dias para vir cá», refere a comerciante.A ligação à família é central na sua vida. Fala com orgulho dos pais e recorda a felicidade da infância.«O maior orgulho que tive foi ter uns pais maravilhosos. A minha mãe ainda hoje está viva, com 94 anos», afirmou com orgulho.Quando se pergunta se pretende deixar o seu trabalho, Maria da Luz pensa em desistir, mas que por outro lado pergunta-se, “Mas também o que é que vou fazer para casa?”, ficando com a ideia que enquanto puder continuará a trabalhar.Além do trabalho no Mercado Municipal, sempre que pode, vai ajudar no restaurante “Zézinha”, visto que as saudades de trabalhar no restaurante Miramar são notórias.Com todos estes trabalhos, ainda tem a tarefa de cuidar da sua horta e, nos seus tempos livres, de apanhar caracóis.A história de Maria da Luz é também a história de uma geração que construiu, com esforço, a identidade da vila. Do trabalho incansável no restaurante às madrugadas no mercado, ela personifica a resistência de quem nunca deixou de acreditar no valor do esforço diário.Apesar de afirmar que «já não tem idade para esperar mudanças na praça», guarda consigo uma certeza: a de que viveu uma vida simples, mas plena.«Considero que vivi uma vida boa, dentro do possível. Fui feliz na casa dos meus pais, no casamento, no trabalho. Tenho orgulho disso», terminou com um sorriso. 

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Coligação Juntos Acreditamos, com Bruno Alves, vence em Armação de Pêra

Coligação Juntos Acreditamos, com Bruno Alves, vence em Armação de Pêra

13-OUT-2025

A Coligação Juntos Acreditamos saiu vitoriosa nas Eleições Autárquicas de 2025, realizadas no dia 12 de Outubro, elegendo Bruno Alves como o novo presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra. A vitória da coligação estendeu-se também à Assembleia de Freguesia, à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal, reforçando a confiança dos eleitores no projeto político apresentado. O número de votantes foi de 46,47%, num total de 2.402 votantes. A nível concelhio, Luísa Conduto Luís (PCP-PEV) foi eleita presidente da Câmara Municipal de Silves, assumindo a liderança do executivo municipal para o próximo mandato. Para a Assembleia Municipal, foi Rosa Palma a eleita, também pelo PCP-PEV.

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Marcha-Corrida juntou dezenas de pessoas em nome da saúde e bem-estar

Marcha-Corrida juntou dezenas de pessoas em nome da saúde e bem-estar

09-OUT-2025

Dezenas de pessoas encheram-se de saúde e boa disposição ao participar em mais uma edição da Marcha-Corrida de Armação de Pêra, iniciativa que promove a importância do desporto e celebrou o feriado nacional na manhã do dia 5 de Outubro.Com partida junto à zona do antigo mini golfe, o evento reuniu participantes de todas as idades, desde caminheiros ocasionais a atletas habituais, num percurso que combinou o espírito de convívio, bem-estar e contacto com a natureza.A manhã começou cedo, com um aquecimento coletivo animado, seguido do início da marcha num ambiente de entusiasmo e partilha. Os participantes percorreram trajetos de 4 e 10 quilómetros, adaptados a diferentes níveis de condição física, reforçando a ideia de que a atividade física é acessível a todos.Organizada pela Junta de Freguesia de Armação de Pêra, com o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), da Câmara Municipal de Silves e de outras entidades locais, a iniciativa teve como objetivo incentivar estilos de vida saudáveis e fortalecer o espírito comunitário entre residentes e visitantes.No final, não faltaram momentos de convívio e animação, bem como a satisfação geral de quem participou num evento que é já uma tradição desportiva na freguesia.A Marcha-Corrida de Armação de Pêra reafirma, assim, o compromisso local com a promoção da atividade física, o encontro intergeracional e a valorização do património natural e humano desta vila algarvia.O evento coincidiu ainda com o 121.º Encontro Mensal de Veículos Clássicos, que trouxe um toque nostálgico e especial à manhã de celebração.Um agradecimento a todos aqueles que participaram e estiveram presentes neste dia tão importante para a nossa saúde e bem-estar.   Cátia Rodrigues

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Bassiló: 43 anos de história no coração de Armação de Pêra

Bassiló: 43 anos de história no coração de Armação de Pêra

06-OUT-2025

Fundado em 1982, o Bar Bassiló tornou-se um verdadeiro ícone em Armação de Pêra, sendo hoje considerado o bar mais antigo da vila.À frente do projeto está José, mais conhecido em Armação de Pêra por “Zé de Angola”, figura incontornável da comunidade local, que ao longo de mais de quatro décadas conciliou a vida de empresário da noite com o futebol, primeiro como jogador e depois como treinador do Armacenenses.Tudo começou por ser uma casa de família. O seus pais e avó moravam na parte debaixo do edifício, mas houve uma altura que passaram para o piso de cima. Foi nesta altura que passou a responsabilidade para José, a irmã e o cunhado, onde tomaram a liberdade de transformar o espaço num bar.A escolha do nome “Bar Bassiló” tem raízes curiosas, ligadas a uma figura popular da terra, o pescador Paulo Vieira, conhecido pelas suas viagens às grutas e pelas sardinhadas em praias acessíveis apenas de barco. Durante esses momentos, animava os turistas com uma cantiga repetida vezes sem conta.«Era sempre a cantar. Ele cantava o Bar Bassiló, tchá, tchá, tchá, com duas garrafas e colheres de dente. E aquilo tornou-se tão típico que, quando abrimos o bar, o nome surgiu naturalmente.” – recorda José.Hoje, passados 43 anos, o Bar Bassiló mantém-se como uma referência. O espaço é também conhecido pela sua coleção de cachecóis, trazidos por clientes de todo o mundo.«Eu sempre fui desportista, joguei no Armacenenses e também fui treinador. No início comecei a pôr alguns cachecóis, e depois os turistas lembravam-se e traziam-me um da terra deles. E assim foi crescendo a coleção que hoje cobre o bar», recorda-se José.Na altura em que abriu o bar, havia mais uns quantos, tal como «o Bulldog, havia outro lá na Rua João II, o outro na transversal, o Underdog», mas passado cinco anos abriram muitos mais.O empresário descreve uma época em que a noite em Armação de Pêra era mais disciplinada e segura, em contraste com os dias de hoje.«Prefiro o antigamente, porque havia mais amizade, mais respeito. Hoje é tudo mais complicado. Antigamente, raramente havia problemas. Agora é diferente, as mentalidades mudaram, as tecnologias também mudaram as pessoas», contou José em entrevista à Junta de Freguesia.Na década de 1980 e 1990, a vila chegou a ter várias discotecas – Albatroz, Casino, Cottage – algo que desapareceu por completo.«Naquele tempo, os bares fechavam às duas da manhã e depois a alternativa era ir para a discoteca. Hoje está tudo misturado: pastelarias abertas até às quatro, bares até às quatro. Perdeu-se a diferença entre espaços», lamenta Zé de Angola.Os tempos eram outros.«Nós tínhamos a nossa maneira de nos divertirmos. Bebíamos os nossos copos, divertíamo-nos na parte da alegria, de nos juntarmos num bar, convívio. Hoje as coisas são diferentes. Portanto, os tempos são outros, as mentalidades também são outras, e a reação das pessoas também é», referiu.Com todas as diferenças ao longo dos anos, conclui que prefere o antigamente, pois havia mais disciplina, mais amizade, respeito, segurança e compreensão, em que raramente havia confusão.Apesar das mudanças e desafios, Zé de Angola sente orgulho no caminho percorrido.«Depois de 43 anos, claro que me sinto velho, mas também muito orgulhoso daquilo que construí. Sempre respeitei todos e fui respeitado. Este bar é parte da história da Armação», afirmou com um sorriso.O seu envolvimento no futebol local ajudou a consolidar essa ligação à comunidade: foi capitão, treinador e campeão distrital pelo Armacenenses nos anos 90, lado a lado com o então presidente Fernando Santiago, pessoa com quem tinha muita ligação.Se pudesse descrever o seu bar, Zé de Angola diria que é uma casa familiar. Foi sempre a imagem que passou no bar, apesar de haver muitos juntamentos, danças e músicos.«Pessoas que vêm para cá, ir para o seu clube, conversar, dançar, e sempre foi isso que, até ao dia de hoje, tem mantido sempre um bar mais familiar, não é de muitas confusões, muitos ajuntamentos», reflete José.Em relação ao futuro, pensa que quando já não puder mais, volta a ser uma casa como antes fora.«Começou comigo e acaba comigo», afirma firme,E o fim já se vai pensando.«Já penso(…) Infelizmente, a idade não perdoa e os problemas de saúde também vão sendo difíceis», concluiu.Mais do que um bar, o Bassiló é hoje e sempre foi um símbolo de memória coletiva da vila, ponto de encontro de gerações de locais e turistas, e testemunho vivo das transformações sociais, culturais e económicas da região.

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Abertas Candidaturas ao Programa de Intervenções para Adaptação de Casas de Pessoas com Incapacidade

Abertas Candidaturas ao Programa de Intervenções para Adaptação de Casas de Pessoas com Incapacidade

04-NOV-2024

O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR) abriu novamente o período de candidaturas para o Programa de Intervenções em Habitações, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que apoia a adaptação de habitações para pessoas com deficiência. Este programa tem como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei n.º 38/2004, que estabelece que o Estado deve assegurar condições habitacionais dignas e acessíveis a pessoas com necessidades específicas.O aviso n.º 9/C03-i02/2024 destina-se a pessoas com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%, confirmado pelo Atestado Médico de Incapacidade Multiuso (AMIM). Os beneficiários podem candidatar-se a apoios para adaptar a sua habitação própria ou arrendada, bem como para intervenções em áreas comuns do edifício onde residem, promovendo maior autonomia e inclusão.Para se candidatarem, os interessados devem contactar a Câmara Municipal ou a Empresa Municipal da área onde residem e submeter a sua candidatura até às 23h59 do dia 15 de dezembro de 2024. Esta iniciativa pretende promover a acessibilidade habitacional e garantir a mobilidade de quem enfrenta limitações físicas, assegurando assim melhores condições de vida e a valorização da autonomia das pessoas com deficiência.O programa reafirma o compromisso do Estado em proporcionar uma sociedade mais inclusiva, visando eliminar barreiras estruturais e facilitar a integração plena dos cidadãos com deficiência. Para mais informações, o INR disponibiliza um canal de comunicação por e-mail para o esclarecimento de dúvidas: inr-pih.prr@inr.mtsss.pt.Fonte: INR

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Abertas candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens

Abertas candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens

14-OUT-2024

Candidaturas abertas à Medida 3 do Programa Formar+ : «Apoio Formativo ao Associativismo»Período de candidaturas ao apoio financeiro a planos de formação de associações de jovens decorre entre 7 de outubro e 15 de novembro. Está aberto o período de candidaturas à Medida 3 - Apoio Formativo ao Associativismo do Programa Formar+ /2025 ao qual se podem candidatar associações ou federações efetivas no RNAJ -Registo Nacional do Associativismo Jovem, que pretendam promover um plano de formação enquadrado na educação não formal, a executar em 2025.A formação, promovida no âmbito deste apoio é dirigida a dirigentes que pertençam aos órgãos sociais e jovens filiados/as de associações e federações de jovens RNAJ.Entre as áreas de formação mais votadas e propostas apresentadas no período de auscultação, foram selecionadas as seguintes áreas prioritárias de formação:Transição Digital;Contabilidade e Fiscalidade Associativas;Sustentabilidade Ambiental.Dentro de cada uma destas áreas, podem ser integradas diferentes ações de formação. Estas áreas de formação não são restritivas para a construção dos planos de formação a candidatar. As entidades podem submeter formação em quaisquer áreas que entendam como pertinentes para o seu desempenho qualitativo na gestão e execução das atividades associativas.As candidaturas são submetidas exclusivamente através de aplicação informática, na Plataforma de Gestão dos Programas de Apoio ao Associativismo Jovem. Para tal, é requisito importante proceder ao registo da entidade e do seu representante legal no Registo Único IPDJ, caso ainda não tenha havido lugar a registo. Fonte: IPDJ

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Cheques Psicólogo e Nutricionista para Estudantes do Ensino Superior

Cheques Psicólogo e Nutricionista para Estudantes do Ensino Superior

07-OUT-2024

Já é possível, desde 30 de setembro, pedir cheques (vouchers) para consultas grátis de psicologia e nutrição no novo portal gov.pt.Os cheques fazem parte de um conjunto de medidas do Governo de apoio a jovens, especialmente dedicadas a estudantes do ensino superior. São disponibilizados 100 mil Cheques Psicólogo e 50 mil Cheques Nutricionista, distribuídos, a nível nacional, por instituições de ensino superior públicas e privadas, que tenham aderido ao programa dos cheques.Cada estudante a quem o pedido de cheque seja aceite terá direito entre 2 a 12 consultas de psicologia e 1 a 6 consultas de nutrição, por indicação da/o profissional de saúde.A marcação de consultas é feita diretamente com os psicólogos e nutricionistas, que tenham aderido ao programa dos cheques.Ambos os serviços já estão disponíveis no novo portal gov.pt. Consulte a informação sobre cada um e faça o pedido através das páginas seguintes:Pedir Cheque PsicólogoPedir Cheque NutricionistaOs serviços digitais para pedidos de Cheques Psicólogo e Nutricionista foram desenvolvidos pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA), em conjunto com a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), a entidade responsável pelo serviço, e em colaboração com a Ordem dos Psicólogos e a Ordem dos Nutricionistas. Fonte: gov.pt

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Semana Europeia do Desporto de 23 a 30 de setembro

Semana Europeia do Desporto de 23 a 30 de setembro

23-SET-2024

A Semana Europeia do Desporto (SED) é uma iniciativa da Comissão Europeia, que tem como objetivo promover o desporto e a atividade física em toda a Europa, junto de todos os cidadãos. Neste sentido são desenvolvidas e promovidas um conjunto de iniciativas que contribuem para alcançar este desígnio. O principal tema da campanha é ser #BEACTIVE, incentivando cada um a ser ativo, não só durante a SED, mas ao longo de todo o ano, adotando um estilo de vida saudável.A SED é desenvolvida pela Comissão Europeia e coordenada em Portugal pelo Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. De forma a poder aumentar o seu impacto em termos nacionais, regionais e locais, o IPDJ irá proceder à sua implementação de forma descentralizada e em estreita cooperação com os vários parceiros empenhados em apoiar esta iniciativa. Fonte: IPDJ

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